Musk perde US$ bilhões: fortuna encolhe 29% desde eleição de Trump, apesar de riqueza recorde

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Elon Musk Perde US$ 133 Bilhões em Patrimônio Desde Posse de Trump, Mesmo Sendo o Homem Mais Rico do Mundo

Dados da Bloomberg mostram queda de 29% na fortuna do bilionário, impulsionada por desempenho fraco da Tesla e envolvimento político.

Elon Musk, o homem mais rico do mundo segundo a Forbes, viu seu patrimônio líquido encolher US$ 133 bilhões desde a posse de Donald Trump em 20 de janeiro de 2025. Apesar de ainda liderar o ranking de bilionários, com US$ 316 bilhões (segundo a Bloomberg), seu patrimônio já chegou a US$ 449 bilhões no início do ano – uma queda de 29%.

Queda Acelerada pela Tesla e Política

A principal causa do declínio é o desempenho fraco da Tesla:

  • Vendas caíram 37% na França em março, comparado a 2024.
  • Projeção global de entregas foi reduzida de 2,1 milhões para 1,9 milhão de veículos em 2025.
  • Concessionárias na Suécia foram alvo de vandalismo por ativistas ambientais.

Além disso, o envolvimento político de Musk como aliado de Trump e chefe do Departamento de Eficiência Governamental (Doge) tem sido visto como um fator de instabilidade para seus negócios.

Outros Ativos Sob Pressão

  • SpaceX: Valorizada em US$ 350 bilhões no final de 2024, mas sob escrutínio após falhas em lançamentos recentes.
  • XAI Holdings: Fusão entre X (ex-Twitter) e xAI criou uma empresa avaliada em US$ 62 bilhões, mas com desconto de 15% devido a questões de liquidez. Musk controla 33% do negócio.

Recuperação Recente, Mas Risco Persiste

Apesar da queda acentuada em 10 de março (quando seu patrimônio caiu para US$ 301 bilhões, -32%), Musk recuperou parte das perdas. No entanto, a volatilidade do mercado e a exposição política continuam sendo riscos significativos para sua fortuna.

Próximos Desdobramentos:

  • Novos números de vendas globais da Tesla serão divulgados amanhã.
  • Reação do mercado à fusão da XAI e ao desempenho da SpaceX.

Enquanto Musk mantém o título de homem mais rico do mundo, sua trajetória recente mostra que até os maiores impérios financeiros não estão imunes a crises.


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